A válvula de escape tornou-se os
textos. Um depois do outro. Nas horas de intervalo, nos momentos de solidão,
angústia e aflição. Quando algo acontece de errado, quando os problemas não
são solucionados ou nos dias em que o mundo todo parece estar ocupado com
coisas mais importates.
Para cada momento difícil, uma
vontade de escrever.
Para cada conflito, uma fuga.
Para cada mentira, uma lágrima
derramada no papel.
Para cada desilusão, um recomeço.
Para cada alegria, um significado.
Para tudo o que sucede de qualquer acontecimento, uma nota diferente, um sentido que necessita ser descoberto através das palavras. Como já dizia Sean Wilhelm: Ingênuo era eu, que recebia
marteladas e procurava melodia nas batidas.
E o
pior disso tudo, é que depois de cada martelada, aqui estou, a procura da maldita melodia.
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