Vasculhando os sites de publicidade e propaganda, encontrei
um link que dizia: as melhores ações publicitárias de 2013. Mas não deu outra,
fui correndo ver as ações interessantes que os criativos das agências
desenvolveram ao decorrer de todo o ano que passou. Achei a ação feita para
divulgar o filme Carrie a estranha, anos luz perto das outras. Como achei a
história apresentada no vídeo boa, resolvi aprofundar os meus conhecimentos
para entender mais a tal ficção. Ainda não assisti ao filme, embora já tenha
encontrado diferenças de comportamento e atitudes adicionadas no filme só pelo
trailer, mas é assim mesmo. É preciso readaptar as obras para que elas façam
sucesso nos seus canais.
Mas voltando ao livro, nunca havia lido, até então,
uma obra do Stephen King e fiquei encantada. Nem havia tido o interesse
também, sei lá porquê, embora saiba que eu tenho uma mania com relação as
capas. Sei que não se julga livro pela capa, acontece que se eu não for com a
cara da arte perco o interesse na leitura e ponto final. Me desprendi dessa amarra boba para desbravar o livro. Em
incríveis 4 dias, dadas as correrias de trabalho, volta às aulas e tudo mais, consegui terminá-lo.
Não é por acaso
que os seus livros já venderam mais de 350 milhões de cópias e é publicado
atualmente em mais de 40 países, okay? O cara é um gênio mesmo - com louvor e
distinção, fazendo com que nos envolvemos com a trama de uma forma que não
consiga mais parar, mesmo que você já esteja com os olhos pregados de tanto
sono. É aquele tipo de leitura que é possível se desencostar do travesseiro e
sentar na cama só para não correr o risco cochilar.
Bem, adoraria relatar a história da Carrie completa, com
precisar de detalhes ou acontecimentos, mas que graça teria, hein .. me diz?
Bom mesmo é ler página por página para deixar se envolver. Sentir aquele
cheirinho do livro penetrar na mente. E quer saber de uma coisa? Se quer resumo
pronto joga no google que lá tem 1 zilhão de resenhas ou críticas a respeito do
assunto. Se eu tiver que dizer alguma coisa aqui, apenas insistirei: LEIA. LEIA.
LEIA. LEIA. E, então, depois você me diz se não é um espetáculo de obra
ficcional.
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